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Planejamento previdenciário

Aposentadoria não se pede no escuro. Planeje antes de decidir.

Depois da Reforma da Previdência, a mesma pessoa pode ter várias regras possíveis — com datas e valores diferentes. O planejamento confere o seu histórico no INSS, corrige o que estiver errado e mostra qual caminho faz mais sentido para você.

Para começar, basta o extrato do CNIS. Os demais documentos ficam para depois, conforme o caso.

Para quem é

Situações em que o planejamento faz mais diferença

Quanto mais variada a vida profissional, maior a chance de haver tempo esquecido ou uma regra melhor disponível.

Faltam poucos anos

Você está a até cinco anos de se aposentar e quer saber a data e o valor antes de tomar qualquer decisão.

Trabalho em condições especiais

Ruído, agentes químicos, eletricidade, área da saúde: períodos assim podem contar de forma diferenciada, com a prova certa.

Professores

O magistério na educação básica tem regras próprias, que precisam ser comparadas com as regras comuns.

Servidor público e INSS

Quem trabalhou nos dois regimes pode levar tempo de um para o outro — e escolher onde aproveitá-lo.

Autônomos, MEI e empresários

Contribuições pelo plano simplificado, recolhimentos em atraso ou abaixo do mínimo podem não contar como se espera.

Trabalho rural, militar ou no exterior

Períodos fora da carteira de trabalho comum podem entrar na conta, com documentos adequados.

O que costuma dar errado

Os problemas mais comuns no histórico do INSS

O INSS calcula a aposentadoria com base no CNIS, o seu extrato de contribuições. Quando ele tem falhas, o resultado também tem — e muitas vezes a pessoa só descobre depois.

  • Vínculos de emprego que não aparecem no CNIS
  • Salários registrados abaixo do que você realmente recebia
  • Contribuições abaixo do mínimo ou pelo plano simplificado, que não contam para todas as regras
  • Períodos especiais não reconhecidos por falta de PPP ou de laudo
  • Recolhimentos em atraso feitos sem análise prévia
  • Pedido feito por uma regra menos vantajosa
  • Tempo rural, militar ou de serviço público esquecido
As regras em jogo

As principais regras de aposentadoria em 2026

Quem já contribuía antes da Reforma de 2019 pode ter acesso a regras de transição. Cada uma tem requisitos e forma de cálculo próprios — por isso a comparação é o centro do planejamento.

Regra dos pontos

2026: 93 (M) e 103 (H) pontos

Soma de idade e tempo de contribuição, com mínimo de 30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens.

Idade mínima progressiva

2026: 59,5 (M) e 64,5 (H) anos

Idade mínima que sobe seis meses por ano, mais 30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens.

Pedágios de 50% e de 100%

Para quem estava perto de se aposentar em novembro de 2019: cumpre-se um tempo adicional sobre o que faltava. O pedágio de 100% exige idade mínima de 57 anos (mulheres) e 60 (homens) e calcula o valor pela média integral.

Regra permanente e regras especiais

A aposentadoria por idade (62 anos para mulheres e 65 para homens), a aposentadoria especial e a do professor têm requisitos próprios, que também entram na comparação.

Os requisitos mudam a cada ano nas regras de transição. A simulação 2026 do site dá uma primeira ideia; o planejamento confere tudo com o seu CNIS.

Antes de conversar

O que separar

Para a primeira conversa, pouca coisa basta. O restante é pedido conforme o que aparecer no seu histórico.

Para a primeira conversa

  • Extrato do CNIS

    No Meu INSS, em "Extrato de contribuições (CNIS)". É o documento mais importante.

  • Carteiras de trabalho

    Fotos das páginas de identificação e de todos os registros, se tiver em mãos.

  • Um breve relato

    Sua profissão, se trabalhou em condições especiais e se é ou foi servidor público.

Depois, conforme o caso

  • PPP e laudos técnicos (LTCAT)

    Para períodos de atividade especial, fornecidos pela empresa.

  • Carnês e guias de recolhimento

    Para quem contribuiu como autônomo, facultativo ou MEI.

  • Certidão de tempo de contribuição

    Para quem trabalhou no serviço público.

  • Documentos rurais ou militares

    Notas de produtor, contratos, certificado de reservista.

Seu histórico profissional fica protegido

O CNIS e a carteira de trabalho reúnem a sua vida profissional inteira. Usamos esses dados só para analisar o seu caso, sob sigilo profissional e conforme a Lei Geral de Proteção de Dados — e você pode pedir a exclusão a qualquer momento.

Material informativo

Guia rápido: como baixar e conferir o seu CNIS

O primeiro passo de qualquer planejamento você mesmo pode dar: conhecer o seu extrato de contribuições.

  1. 01

    Acesse o Meu INSS

    Pelo site ou aplicativo Meu INSS, com a sua conta gov.br. Procure "Extrato de contribuições (CNIS)" e baixe o PDF.

  2. 02

    Confira os vínculos

    Compare cada empresa e cada período com a sua carteira de trabalho. Falta algum emprego? Alguma data está errada?

  3. 03

    Olhe os salários

    Veja se as remunerações batem com os seus contracheques. Salários menores no CNIS reduzem o valor da aposentadoria.

  4. 04

    Repare nas siglas de pendência

    Indicadores ao lado dos vínculos ou das contribuições apontam que o INSS considera algo pendente ou inválido. Eles precisam de atenção.

  5. 05

    Guarde as provas

    Carteiras de trabalho, contracheques, termos de rescisão e extratos do FGTS ajudam a corrigir o que estiver faltando.

  6. 06

    Não pague atrasados por conta própria

    Recolher contribuições antigas sem análise pode não servir para o que você precisa. Avalie antes de pagar.

Como o planejamento é feito

Da primeira conversa ao momento certo de pedir

  1. 1

    Primeira conversa

    Pelo WhatsApp ou no escritório. Entendemos a sua trajetória e o que você espera da aposentadoria.

  2. 2

    Proposta por escrito

    Apresentamos a proposta de honorários do planejamento e o contrato. Nada é cobrado sem contrato.

  3. 3

    Análise do histórico

    Conferimos o CNIS vínculo a vínculo, identificamos falhas e o que pode ser acrescentado.

  4. 4

    Simulação dos cenários

    Comparamos as regras possíveis, com datas e estimativas de valor para cada uma.

  5. 5

    Relatório e orientação

    Você recebe a conclusão em linguagem clara: o que corrigir, quando pedir e por qual regra. Sem promessa de resultado.

Quem conduz

O planejamento é conduzido pelos sócios

Dr. Matheus Soares Gonçalves

Dr. Matheus Soares Gonçalves

OAB/RJ 230.045

Análise de CNIS, simulação de regras de transição e planejamento previdenciário, inclusive para atividades especiais.

Dra. Simone de Carvalho Barbosa Ernesto

Dra. Simone de Carvalho Barbosa Ernesto

OAB/RJ 133.508

Atuação em benefícios previdenciários da via administrativa à Justiça Federal, com foco no atendimento próximo.

Conhecer o escritório →
Dúvidas frequentes

Perguntas que chegam com mais frequência

Faltam muitos anos para eu me aposentar. Já vale planejar?

Vale, principalmente para corrigir o CNIS com calma e para decidir como contribuir daqui para frente. Mas o planejamento costuma fazer mais diferença nos últimos cinco anos antes da aposentadoria.

Já estou quase lá. Ainda dá tempo?

Sim. O planejamento é justamente o que evita pedir pela primeira regra que aparece. O ideal é fazê-lo antes de dar entrada no pedido, porque depois da concessão mudar o benefício é difícil.

Vale a pena pagar contribuições atrasadas?

Depende. Em alguns casos, o recolhimento em atraso conta; em outros, não serve para o que a pessoa precisa ou exige comprovação de atividade. Por isso é importante analisar antes de pagar.

Contribuo como MEI. Isso conta para a aposentadoria?

Conta para a aposentadoria por idade, mas a contribuição reduzida do MEI não vale para as regras que exigem tempo de contribuição (pontos, pedágios e idade progressiva), a menos que seja complementada. O planejamento mostra se a complementação compensa.

Trabalhei exposto a ruído ou produtos químicos. Isso muda algo?

Pode mudar bastante. Esses períodos podem ser reconhecidos como especiais, com efeitos no tempo e nas regras disponíveis. A prova principal é o PPP, fornecido pela empresa.

Fui servidor público e também trabalhei com carteira assinada.

O tempo de um regime pode ser levado para o outro com a certidão de tempo de contribuição. O planejamento compara onde esse tempo rende mais — e o mesmo período não pode ser usado nos dois.

O planejamento garante a data ou o valor da aposentadoria?

Não. Ele dá estimativas com base nos documentos e nas regras vigentes. A concessão depende do INSS, e as regras ou os dados podem mudar. O que o planejamento faz é reduzir surpresas e erros.

A simulação do site substitui o planejamento?

Não. A simulação 2026 é um ponto de partida com os dados que você informa. O planejamento confere o seu CNIS, os períodos especiais e as regras de cálculo de cada cenário.

O atendimento pode ser todo online?

Sim. Atendemos pessoas de todo o Brasil pelo WhatsApp e por videoconferência. Quem preferir pode ser atendido presencialmente no escritório de Volta Redonda (RJ).

Como funcionam os honorários?

O planejamento é um serviço com honorários próprios, apresentados por escrito depois da primeira conversa, conforme a complexidade do caso. Nada é cobrado sem contrato assinado.

Atendimento online e presencial

Quer saber quando e como se aposentar?

Envie o seu CNIS pelo WhatsApp. Ele é o ponto de partida para entender as regras possíveis no seu caso.

Conversar sobre o meu planejamento

Escritório em Volta Redonda (RJ)
Avenida Sávio Cota de Almeida Gama, 2159 A, Retiro, Volta Redonda - RJ, CEP 27281-421

WhatsApp (24) 98869-0632

contato@carvalhogoncalves.com.br

Segunda a sexta, das 9h às 18h

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Conteúdo de caráter informativo, publicado nos termos do Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB e do Código de Ética e Disciplina da OAB. Não constitui consulta jurídica nem promessa de resultado: cada caso depende da análise individual dos documentos e da legislação aplicável. Responsáveis: Dra. Simone de Carvalho Barbosa Ernesto (OAB/RJ 133.508) e Dr. Matheus Soares Gonçalves (OAB/RJ 230.045). O escritório não tem vínculo com o INSS nem com qualquer órgão público.